Estava aqui visitando o site Machado de Assis - Obra Completa, iniciativa bacana do MEC para o centenário da morte do primeiro presidente da Acadimia Brasileira de Letras, lendo o discurso por ele proferido na cerimônia do lançamento da estátua de José de Alencar, onde descreve o que sentiu quando encontrou o homenageado pela primeira vez:
(...) Todos eles influíam profundamente no ânimo juvenil que apenas balbuciava alguma coisa; mas a ação crescente de Alencar dominava as outras. A sensação que recebi no primeiro encontro pessoal com ele foi extraordinária; creio ainda agora que não lhe disse nada, contentando-me de fitá-lo com os olhos assombrados do menino Heine ao ver passar Napoleão. (...)
Heine. Hummmmm, sounds familiar. Google?
Great success: Heinrich Heine. Já que nem meu pai e nem a moça do cartório que inventou essa grafia corrompida sabem dizer ao certo a origem do meu nome composto, posso eu dizer agora que acabou-se a lenda ;P. Não é nobel não, mas era mesmo alemão. Judeu. Jornalista, poeta e revolucionário, um cabra macho.
Mas bem que meu pai podia ter insistido com a moça do cartório, né? :T
ouvindo Screaming Trees - Witness

